AM - Administração de Materiais

         

Codificação de material

Categoria: Administração de Materiais I
por Prof. Sergio Galvão
 

 

Prof. Sergio Lima Galvão

 

 •Graduado: Eng. de Operação Elétrica - Universidade Santa Ursula - Rj  •Administração de Empresas - FAESA - Es              •Especialização: Ciência  Social Brasileira - UFES                •Política Brasileira - UFES                                                               •Metodologia do Ensino Superior - FAESA                      Trabalhos publicados:   O sobressalente importado no Brasil - ABM; A influência do jornalismo na morte de Getúlio Vargas - UFES; O indio na cultura européia - UFES; O validade dos produtos na estocagem emrpesarial - ABAM                                                Cursos complementares:  Auditoria da qualidade - BVQI;  A ISO e suas influências no processo industrial - BVQI                          •Professor universitário - FACTEF

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Codificação de material

1 Conceito

A codificação de informações vem a solucionar a questão de agrupamentos de características referentes a determinado material, pessoa ou mesmo informações de controle gerencial. 

A codificação se ramificou pelo planeta de formas variáveis se adaptando a cada necessidade presente. Sua variação está inclusa entre codificações: numéricas, alfabéticas, alfa-numérica e mais contemporânea o famoso código de barras.

 

1.1 . Codificação alfabética 

Este processo representa os materiais por meio de letras, foi muito utilizado na codificação de livros ( Método Dewey), com a implementação da imprensa no mundo, o sistema agregou números a sua codificação, conseguindo com isto codificar a grande variedade de edições em suas categorias e classificações de assuntos, autores e áreas especificas.

 

1.2  Codificação alfa-numérica

 

Este processo agrupa  números e letras, atualmente é um sistema muito utilizado na classificação de peças automotivas e na codificação de placas de automóveis.

As quantidades de letras utilizadas e números, são definidos pelo órgão ou empresa a qual adotou o sistema, não havendo uma regra específica. Desta forma o sistema pode se adaptar a cada necessidade.

 

1.3  Codificação numérica ou sistema Numérico ou Decimal

 

A atribuição consiste na adoção de algarismos arábicos. sendo o método mais utilizado, pela facilidade de ordenação seqüencial de diversos itens e na adoção da informatização. 

A codificação segue normalmente ao adotado pelo Federal Supply Classification System, o qual foi elaborado para o controle de materiais no após segunda guerra mundial.

A classificação e codificação dos materiais, segue ao FSC, porém com modificações provenientes de adequação necessária  ao uso pela empresa pretendente. 

Os códigos seguem então a uma regra, sendo:

1.4  Código de barras 

 

A EAN Brasil– Associação Brasileira de Automação Comercial, atualmente GSI recebeu  a incumbência de administrar no âmbito do território brasileiro o Código Nacional de Produtos, Sistema EAN/UCC. Conforme Decreto Lei nº 90595 de 29.11.1984 e da Portaria nº 143 de 12.12.1984 do Ministério da Indústria e Comércio. 

Em 1986 foi estabelecido um acordo de cooperação entre a EAN Internacional e a UCC – Uniform Code Council Inc., entidade americana que administra o sistema UPC ( Código Universal de Produtos) de numeração e código de barras, utilizado nos Estados Unidos e no Canadá. Esta aliança promoveu uma maior colaboração, intercambio e suporte técnico entre os parceiros comerciais. 

Com o advento do código de barras, a interação entre atacadistas e varejistas passou a ser feita através deste controle mais eficaz , gerando uma velocidade rápida e precisa na troca de informações quanto aos aspectos de movimentação de venda e gestão dos estoques, garantindo assim uma melhor qualidade e produtividade dos sistemas gerenciais. 

As atribuições do sucesso do código de barras estão distribuídas entre as entidades que colaboraram entre si , sendo:

·        UPC – Código Universal de Produtos

·        UCC – Uniform Code Council

·        EAN – European Article Numbering Association

·        EAN International

Atualmente mais de 450.000 empresas em todo mundo utilizam o sistema EAN, atendendo as empresas em mais de 100 países. 

O sistema  EAN é constituído de: 

  • Um sistema para numerar itens ( produtos de consumo e serviços, unidades de transporte, localizações, e outros ramos,...) permitindo que sejam identificados.
  • Um sistema para representar informações suplementares.
  • Código de barras padronizados para representar qualquer tipo de informação que possa ser lida facilmente por computadores (escaneada).
  • Um conjunto de mensagens EANCOM para transações pelo Intercambio  Eletrônico de documentos ( EDI).

Dentro do processo, foram padronizados sistemas de EAN, sendo: 

  • EAN 13 – utilizado para identificar unidade de consumo.
  • EAN 08 – utilizado para identificar unidade de consumo, quando a embalagem não tem espaço físico para marcar o EAN13.
  • EAN/DUN14 – utilizado para identificar caixas de papelão, fardos e unidades de despacho em geral.
  • UCC/EAN128 – aplicado em unidades de distribuição, permitindo identificação de número de lote, série, data de fabricação, validade, textos livres e outros dados.
  • ISBN – utilizado para identificar livros.
  • ISSN – utilizado para identificar publicações periódicas.

 

1.4.1 Razões de utilização 

 

Dentre muitos se apresentam:

 

1.      Padrão utilizado internacionalmente em mais de 100 países.

2.      Cada identificação de mercadoria é única no mundo.

3.      Decodificações rápidas do símbolo, gerando informações instantâneas.

4.      Linguagem comum no intercambio de informações entre parceiros comerciais. 

 

1.4.2 Vantagens para a indústria 

·        Conhecimento exato do comportamento de cada produto no mercado.

·        Estabelecimento de uma linguagem comum com os clientes,.

·        Organização interna, mediante a codificação de embalagens de despacho e da matéria prima.

·        Controle de inventários e do estoque, expedição de mercadorias.

·        Padronização nas exportações.

·        Aproximação do consumidor ao produto (merchandising)

·        Possibilidade de utilizar o Intercambio eletrônico de Documentos (EDI). 

 

1.4.3 Vantagens para o comércio

 

  • Otimiza o controle de estoque.
  • Aumenta a eficiência no ponto de venda: elimina erros de digitação, diminui o tempo das filas.
  • Otimiza a gestão de preços e de crédito.
  • Melhora o controle do estoque central.
  • Obtém informações confiáveis para uma melhor negociação.
  • Vende mais com maior lucro.
  • Atende as mudanças rápidas dos hábitos de consumo.
  • Melhora o serviço ao cliente.
  • Estabelece linguagem comum com fornecedor.

 

1.4.4 Vantagens para o consumidor 

 

·        Cupom fiscal detalhado.

·        Passagem rápida no check-out

·        Eliminação de erros de digitação em sua compra.

·        Preço correto nas gôndolas.

·        Linhas de produtos a venda de composição mais adequada ao perfil da clientela

 

1.5 Referências bibliográfica 

www.profmauricio.hpg.ig.com.br

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